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Transformação digital reduz burocracia e garantem eficiência na infraestrutura, diz Sampaio

Transformação digital reduz burocracia e garantem eficiência na infraestrutura, diz Sampaio

No Global Summit 2021, secretário-executivo do MInfra destacou também os avanços do programa brasileiro de concessões.

Secretário-executivo participa do Global Summit 2021

Crédito: Kleber Lima

Ao reduzir a burocracia e simplificar a vida dos cidadãos, a transformação digital do Governo Federal, em especial dos serviços oferecidos pelo Ministério da Infraestrutura, tem ajudado também a aumentar a eficiência dos modais de transporte. A afirmação é do secretário-executivo do MInfra, Marcelo Sampaio, durante palestra no Global Summit 2021, promovido no World Logistics Passport, nesta terça-feira (8).

Atualmente, 100% dos mais de 200 serviços públicos prestados pelo Ministério já são digitais. Entre outras iniciativas, o DT-e (Documento Eletrônico de Transporte), que unifica e vai substituir mais de 90 documentos exigidos aos transportadores de carga no país. “Temos feito um esforço muito grande para desburocratizar e simplificar a vida do cidadão. Além de diminuir a burocracia, essas iniciativas vão nos aproximar cada vez mais para garantir eficiência em nossos processos”, disse.

Além da digitalização dos serviços, outra medida que trará benefícios diretos à infraestrutura de transportes é o Programa BR do Mar. Atualmente em tramitação no Senado Federal, a medida legislativa tem como objetivo aumentar a oferta da cabotagem no país, incentivar a concorrência, criar rotas e reduzir custos.

CONCESSÕES – O secretário-executivo destacou também no encontro virtual, que reuniu líderes globais de organizações empresariais, governamentais e internacionais, o programa de concessões do Governo Federal. Entre 2019 e hoje, o Ministério da Infraestrutura já concedeu 70 ativos de transporte ao setor privado. A expectativa é de cerca de R$ 260 bilhões em investimentos privados em transportes até 2022.

“Hoje estamos implementando o maior programa de concessões da nossa história”, afirmou. Como exemplos, o secretário-executivo apresentou outros ativos, como os aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ); a ferrovia Ferrogrão; terminais portuários de granéis líquidos em seis portos brasileiros e a desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura

Paulo Menzel

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