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Transporte por aplicativo é o preferido em Porto Alegre

Transporte por aplicativo é o preferido em Porto Alegre
Na capital gaúcha, aumentou a procura pelo modal em função da segurança para viajar durante a pandemia

Na capital gaúcha, aumentou a procura pelo modal em função da segurança para viajar durante a pandemia

/MARCO QUINTANA/ARQUIVO/JC

A pandemia de Covid-19 trouxe profundas mudanças na forma como as pessoas se movimentam pelas cidades e isso está refletido na pesquisa do Datafolha, encomendada pela Uber, para entender o futuro da mobilidade na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com o levantamento feito pelo instituto de pesquisa, 54% dos moradores de Porto Alegre que não possuem veículo próprio consideram o transporte por aplicativo a opção mais segura para viajar durante a pandemia. A bicicleta foi considerada a segunda melhor opção (27%) e o transporte público e táxi ficaram com a terceira posição, com apenas 2%.O Datafolha também perguntou os motivos para a escolha do modal de transporte durante a pandemia: 27% dizem que o aspecto mais importante para a escolha é o grau de aglomeração, já cerca de 16% dizem que a segurança do transporte é o fator mais importante. O risco de contaminação (15%) e a facilidade de acesso (14%) vem logo em seguida como fatores mais importantes.Com essa preferência pelos aplicativos de mobilidade, os números também revelaram que 69% dos moradores da Região Metropolitana de Porto Alegre acreditam que esse tipo de opção vai aumentar, enquanto que 9% acreditam que deve ficar igual e cerca de 21% acreditam que o serviço deve diminuir.

Quando perguntado qual o grau de importância de ações para prevenir o contágio daCovid-19 no uso de apps de mobilidade, o uso de máscaras pelo motorista e usuário ficou em primeiro lugar. A disponibilidade de álcool em gel para usuários em segundo e para os motoristas em terceiro. Em quarto lugar no ranking, o fato do motorista ter feito um teste para Covid-19.A pesquisa também revelou novos hábitos no uso de aplicativos de delivery como Uber Eats. De acordo com a pesquisa, 51% da população da Região Metropolitana de Porto Alegre já havia utilizado um app de entrega antes da pandemia. Esse número cresceu para 75%, um aumento de cerca de 25% . Além disso, 68% das pessoas que usam esse tipo de serviço revelaram ter aumentado a frequência de pedidos durante a pandemia.

Os motivos que levaram a essa mudança de hábitos também foram detalhados pela pesquisa: risco de contaminação, com 58%, e praticidade do serviço, com 45%, foram os fatores mais importantes para considerar o uso desse tipo de aplicativo durante a pandemia.Para Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil, os dados mostram que a mudança no comportamento dos brasileiros precisa ser acompanhada pelos aplicativos. “Esse raio-x do Datafolha mostra o quanto estamos agindo de forma certa para permitir que mais pessoas possam utilizar a Uber de forma segura e tranquila. Continuaremos atentos para apresentar novas iniciativas, sempre seguindo as recomendações das autoridades médicas e especialistas em saúde, conforme o cenário da pandemia evolui”, completa Claudia.Desde que a pandemia começou, a Uber vem realizando diversas ações para diminuir riscos de contaminação de parceiros e usuários como: obrigatoriedade do uso de máscara para todos, reembolso de álcool em gel e proteção facial, distribuição de kits de higiene, limpeza veicular feita por uma empresa especializada em um centro de higienização no Distrito Federal, além de doação de viagens para atender àqueles que mais precisam se deslocar no momento de crise.

Paulo Menzel

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