Multinacional especializada em leasing operacional e gestão do ciclo de vida de tecnologias vê crescer a demanda por soluções baseadas no uso, que preservam capital e impulsionam a modernização contínua das operações
Com margens pressionadas e necessidade crescente de produtividade, empresas de logística e indústria têm intensificado a busca por modelos financeiros que permitam modernizar equipamentos sem realizar grandes desembolsos iniciais. Esse movimento tem ampliado a atuação da CHG-MERIDIAN no Brasil, principalmente na estruturação de soluções de leasing operacional voltada à renovação tecnológica de ativos utilizados nas operações.
O setor logístico é considerado um mercado relevante dentro da estratégia da companhia no país, impulsionado pela demanda por equipamentos essenciais à movimentação de cargas e à eficiência dos fluxos produtivos. Entre os ativos mais procurados estão empilhadeiras, reach stackers e manipuladores industriais, utilizados para transporte interno de mercadorias, movimentação de contêineres e operação de materiais pesados em centros logísticos, portos e ambientes industriais.
Segundo Gabriela Monastero, VP de vendas da CHG-MERIDIAN, empresas de logística, indústria automotiva e operações industriais intensivas estão entre as que mais recorrem a esse tipo de solução financeira. “O modelo baseado no uso permite preservar o capital das companhias e reduzir riscos associados à obsolescência e aos custos de manutenção. Em vez de imobilizar recursos na aquisição, o cliente acessa os equipamentos por meio de contratos estruturados que acompanham o ciclo operacional desses ativos”, afirma.
Entre os fornecedores de máquinas está a Hyster®, fabricante global de equipamentos de movimentação de carga. Do lado dos clientes finais, empresas como Obramax utilizam estruturas financeiras viabilizadas pela CHG-MERIDIAN para operar e renovar suas frotas. Os contratos costumam variar entre 36 meses e cinco anos, período após o qual a eficiência das máquinas tende a diminuir e os custos operacionais aumentam. Neste contexto, a gestão da substituição tecnológica e da destinação dos ativos passa a ser conduzida pela própria companhia, reduzindo a complexidade operacional para o cliente e favorecendo a transição do conceito de propriedade para o de uso. O modelo também pode gerar ganhos fiscais em determinados regimes tributários, além de proporcionar maior previsibilidade financeira.
Outro vetor de crescimento tem sido a incorporação de tecnologia embarcada aos equipamentos financiados. Soluções de telemetria permitem monitorar indicadores como desempenho, utilização e necessidade de manutenção em tempo real, ampliando o nível de inteligência operacional das frotas e contribuindo para decisões mais ágeis nas operações logísticas.
A agenda de descarbonização também tem influenciado a demanda por soluções financeiras voltadas à renovação de frotas. “Nos últimos anos, vimos a procura por equipamentos elétricos ou híbridos praticamente dobrar entre clientes logísticos. Esse movimento está ligado tanto a metas ambientais quanto à busca por maior eficiência energética e previsibilidade de custos”, relata Monastero.
Com atuação global em soluções de financiamento e gestão de ativos tecnológicos, a CHG-MERIDIAN tem ampliado sua presença no setor logístico brasileiro acompanhando a modernização das cadeias produtivas e a crescente necessidade de estruturas financeiras mais flexíveis. A expectativa é de que a demanda por esse tipo de solução continue avançando à medida que empresas busquem equilibrar competitividade, inovação e sustentabilidade em suas estratégias operacionais.
Sobre a CHG-MERIDIAN
Fundada em 1979, na Alemanha, a CHG-MERIDIAN é uma das líderes globais em arrendamento e gestão do ciclo de vida de tecnologias para os setores de TI, indústria e saúde. Presente em 34 países, incluindo o Brasil, e atuando de forma independente de bancos e fabricantes, a companhia oferece soluções baseadas no uso ao invés da propriedade, proporcionando às empresas eficiência financeira, modernização contínua das operações e práticas de sustentabilidade. Seu portfólio abrange leasing operacional, gestão digital de ativos e serviços como exclusão certificada de dados e recomercialização segura, aplicando princípios da economia circular em todas as etapas. Globalmente, administra um portfólio de €11,7 bilhões em ativos tecnológicos (2024).
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Thais Silva
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