Com a nova MP, embarcadores, transportadores e plataformas passam a ter responsabilidades diretas e ampliadas pelo cumprimento das regras do frete mínimo; movimento acelera a adoção de tecnologia para dar previsibilidade, auditoria e escala à operação
A entrada em vigor da Medida Provisória nº 1.343/2026 inaugurou uma nova fase para o transporte rodoviário de cargas no Brasil. Ao ampliar a responsabilização dos embarcadores pelo cumprimento do frete mínimo, a medida eleva o nível de exigência regulatória sobre a gestão do frete e transforma a conformidade em um tema central para as empresas do setor.
O impacto vai além da adequação à regra. Em um ambiente de fiscalização mais digital e validações em escala, empresas passam a lidar com um desafio estrutural: garantir conformidade em operações complexas, que envolvem múltiplos agentes e dependem de alto nível de coordenação e controle.
Esse novo contexto tem acelerado uma mudança na forma de gerir o frete no país. Antecipando esse movimento, a nstech estruturou uma abordagem focada em governança da operação logística, conectando as exigências regulatórias à execução. Por meio do MultiTMS, a companhia passa a oferecer ao mercado uma plataforma de suporte à governança e ao controle da conformidade operacional, que organiza o fluxo do pedido ao pagamento, com validações automatizadas e integração dos documentos exigidos pela legislação.
Na prática, o modelo permite validar, ainda na origem, a aderência ao piso mínimo e garantir a emissão integrada de registros como CT-e, VPO, CIOT e MDF-e. Com isso, empresas passam a centralizar decisões, reduzir dependências operacionais e ampliar a rastreabilidade das transações.
A urgência é reforçada pela ampliação da obrigatoriedade do CIOT a partir de 24 de maio de 2026 para todas as operações remuneradas e pelo avanço da capacidade de monitoramento dos órgãos reguladores. Sem automação integrada, aumenta o risco de inconsistências na formalização do transporte, o que eleva o nível de criticidade da gestão logística.
A estratégia da nstech se apoia em escala operacional comprovada. Hoje, sua plataforma processa mensalmente cerca de R$ 22 bilhões em fretes, com a emissão de mais de 8 milhões de CT‑es, atendendo uma rede de 1.500 embarcadores e 24 mil transportadores ativos que utilizam as soluções de software da companhia. Essa escala tem permitido estruturar, validar e operar modelos de controle regulatório em ambientes logísticos complexos e de alto volume.
Os efeitos já aparecem em empresas que se anteciparam à mudança. Embarcadores dos setores de agro, indústria e varejo vêm reestruturando sua operação logística a partir da emissão automatizada e validada de documentos de transporte. Ao eliminar etapas manuais e centralizar a geração de CT-e, VPO, CIOT e MDF-e em um único fluxo, essas empresas passaram a aplicar regras automáticas de validação regulatória, incluindo a aderência ao frete mínimo, ainda antes do avanço da operação.
Esse modelo trouxe maior controle sobre a conformidade, reduziu inconsistências na formalização das viagens e ampliou a rastreabilidade entre planejamento, execução e exigências legais. Como resultado, os embarcadores ganharam mais previsibilidade operacional, menos retrabalho e uma base estruturada para auditoria e governança, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e orientado a dados.
Para o setor, o recado é claro: o frete mínimo deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a exigir estrutura, tecnologia e governança. Nesse contexto, empresas que antecipam essa transformação tendem a sair na frente na adaptação ao novo ambiente regulatório.
Para Martin Otto Brandt, Diretor responsável pelo TMS Embarcador (MultiTMS) da nstech, a mudança consolida uma virada na gestão logística das empresas: “O frete mínimo deixa de ser uma variável operacional e passa a ser um tema de governança. O que está em jogo agora é a capacidade das empresas de controlar, validar e auditar suas operações em tempo real. Soluções como o MultiTMS viabilizam esse novo modelo ao integrar planejamento, execução, conformidade e pagamento em um único fluxo, trazendo previsibilidade e segurança para operar dentro das regras, em escala”, afirma.
Sobre a nstech:
A nstech é a maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira. Reúne mais de 100 soluções que hoje atendem cerca de 75 mil clientes do setor, incluindo as maiores empresas do mundo. Centrada na resolução das dores de todo o ecossistema logístico, a nstech é criadora da categoria TNS – Transportation Network System. A rede logística integrada conecta, de forma fluida e inteligente, empresas e elos da cadeia logística por meio de uma plataforma única. Reúne mais 2,3 milhões de motoristas em seu banco de dados, o maior do Brasil, e está presente em 15 países — Angola, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, EUA, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. A nstech impulsiona as empresas para o futuro com o propósito de transformar o mundo por meio da logística.
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