Relatórios internacionais divulgados em 2025 e 2026 apontam crescimento acelerado do mercado global de tratamento de água e efluentes nos próximos anos. Um levantamento da Fortune Business Insights estima que o setor deve passar de US$ 400 bilhões em 2026 para cerca de US$ 714 bilhões até 2034, impulsionado pelo avanço da dessalinização, do reuso industrial e das tecnologias de monitoramento hídrico.

Já estudos da Spherical Insights projetam que o mercado pode atingir aproximadamente US$ 759 bilhões até 2035. O movimento acompanha o aumento da pressão sobre sistemas de abastecimento em diferentes países e reforça a busca por soluções capazes de reduzir perdas, ampliar reaproveitamento e garantir maior estabilidade operacional diante de períodos de estiagem e eventos climáticos extremos.

Para Lorena Zapata, diretora de novos negócios da Engeper Ambiental, o Brasil reúne condições para ampliar sua presença no desenvolvimento de tecnologias voltadas à segurança hídrica e reduzir a dependência de soluções importadas. “O país possui experiência operacional, demanda crescente e conhecimento técnico em áreas como tratamento, monitoramento e recuperação de água. A pressão sobre consumo, abastecimento e produtividade fez a gestão hídrica ganhar espaço nas decisões industriais e operacionais”, afirma.

Nos últimos anos, países como Israel, Emirados Árabes Unidos, Singapura e Espanha passaram a tratar reuso e dessalinização como parte permanente de suas estratégias de abastecimento. No Brasil, o aumento do custo operacional, das exigências ambientais e da preocupação com continuidade produtiva vem ampliando investimentos em automação, eficiência energética e monitoramento em tempo real. Indústrias e operações agrícolas passaram a buscar sistemas capazes de acompanhar consumo, reduzir desperdícios e recuperar água dentro do próprio processo produtivo.

Com mais de 45 anos de atuação no setor hídrico, a Engeper Ambiental atua em operações ligadas à perfuração de poços, monitoramento hídrico, manutenção, tratamento e reuso de água, além de tecnologias voltadas à dessalinização e redução de condutividade por Eletrodiálise Reversa. A empresa acompanha o crescimento da demanda por projetos ligados à recuperação hídrica, especialmente em setores impactados por restrições de abastecimento e maior pressão por eficiência operacional.

Na avaliação de Lorena Zapata, a água deve ocupar posição cada vez mais estratégica dentro do planejamento industrial brasileiro. “A eficiência hídrica passou a ter relação direta com estabilidade operacional, redução de custo e capacidade produtiva. O Brasil possui condições de desenvolver soluções próprias e ampliar sua participação em um mercado que deve crescer de forma consistente nos próximos anos”, conclui.

Sobre a Engeper Ambiental e Perfurações

Fundada em 2009, a Engeper Ambiental e Perfurações é uma empresa familiar e a única no Brasil a executar Water Scan. Com mais de 45 anos de experiência, a Engeper detém o recorde do poço artesiano mais profundo da América Latina para abastecimento industrial, com 1.667 metros de profundidade. Comprometida com a sustentabilidade, a Engeper é aliada do Pacto Global da ONU e oferece serviços de perfuração, monitoramento por telemetria e manutenções em todo o território nacional e na América Latina.


Gabriel Moreira
gabriel.moreira@mention.net.br
(11) 5217-0177

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