Instalação estrategicamente localizada amplia a capacidade de armazenagem e distribuição em uma das regiões logísticas de crescimento mais rápido do Brasil.

A AP Moller – Maersk (Maersk) está fortalecendo sua rede logística integrada na América Latina com a expansão de suas capacidades de distribuição e armazenagem em Suape, Pernambuco, apoiando clientes que buscam maior eficiência, visibilidade e resiliência em suas cadeias de suprimentos em todo o Brasil.

Localizada em Cabo de Santo Agostinho, a aproximadamente 20 quilômetros do Porto de Suape e do Aeroporto Internacional de Recife, a instalação amplia a capacidade da Maersk de conectar serviços de transporte marítimo, cabotagem, transporte terrestre, armazenagem e distribuição por meio de uma oferta logística única e integrada.

O investimento ocorre em um momento em que o Nordeste do Brasil continua a apresentar forte crescimento nas atividades de comércio e logística. Segundo dados do Ministério dos Portos e Aeroportos, com base em estatísticas da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a região movimentou 329,7 milhões de toneladas de carga por via marítima e fluvial em 2025, enquanto o volume de contêineres atingiu 21,2 milhões de toneladas, representando um crescimento anual de 9%, o maior aumento registrado nos últimos cinco anos.

É nesse contexto que se destaca o centro de distribuição da Maersk, localizado a aproximadamente 20 quilômetros do Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros (Suape), e do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes com acesso privilegiado às principais rodovias que conectam os estados da região, como a BR-101. Possui aproximadamente 12 mil metros quadrados de área total. O centro de distribuição já está em pleno funcionamento, prestando serviços a clientes dos segmentos de bebidas premium e peças de reposição (spare parts), além de oferecer operações de cross-docking que contribuem para uma distribuição mais ágil e eficiente. O espaço conta com 36 docas e capacidade para receber até 36 contêineres simultaneamente, oferecendo flexibilidade para diferentes perfis de clientes.

Com a expansão do consumo, da atividade industrial e do comércio internacional na região, as empresas buscam cada vez mais soluções logísticas que melhorem o posicionamento dos estoques, acelerem o acesso ao mercado e proporcionem maior controle em toda a cadeia de suprimentos.

— O Brasil continua sendo um dos mercados mais estratégicos da América Latina, e o Nordeste está se tornando um polo cada vez mais importante para a indústria, o varejo e o comércio internacional. Ao fortalecer nossa presença logística em Suape, estamos ajudando nossos clientes a reduzir a complexidade e a obter acesso a soluções integradas de cadeia de suprimentos que conectam centros de produção, portos e consumidores finais de forma mais eficiente — afirma Ricardo Rocha, vice-presidente – diretor-geral da Costa Leste da América do Sul na Maersk (Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina).

O centro de distribuição fortalece a capacidade da Maersk de atender clientes em uma ampla gama de setores, incluindo bens de consumo, varejo, automotivo, tecnologia, eletrônicos e alimentos e bebidas. Estrategicamente localizado próximo ao Complexo Portuário de Suape, o centro conecta as redes de distribuição domésticas aos fluxos de comércio internacional, ajudando os clientes a movimentar mercadorias com mais eficiência nos mercados regionais e globais.

Projetada para atender às diversas necessidades da cadeia de suprimentos, a instalação pode lidar com uma ampla variedade de perfis de carga, desde componentes para operações de manufatura até cargas de projetos de grandes dimensões e eletrodomésticos. Essa flexibilidade permite que os clientes consolidem atividades logísticas, escalem operações conforme a demanda cresce e obtenham maior agilidade para atender a uma das regiões industriais e de consumo de crescimento mais rápido do Brasil.

Além de suas capacidades operacionais, a unidade incorpora diversas iniciativas voltadas para o aprimoramento da eficiência e o suporte às operações logísticas com menores emissões de gases de efeito estufa (GEE). Essas iniciativas incluem programas de segregação e reciclagem de resíduos, iluminação LED em toda a instalação e equipamentos de movimentação de materiais totalmente elétricos, alimentados por baterias de íon-lítio. Espera-se que essas medidas possibilitem o carregamento rápido, o aumento da produtividade e contribuam para a redução das emissões locais de GEE.

O centro está integrado ao amplo ecossistema logístico da Maersk no Brasil e na América Latina, permitindo que os clientes combinem armazenagem, transporte, serviços aduaneiros, transporte marítimo, frete aéreo e soluções de gestão da cadeia de suprimentos por meio de um único parceiro logístico. Essa abordagem proporciona maior visibilidade, confiabilidade e flexibilidade operacional, além de reduzir as transferências ao longo da cadeia de suprimentos.

As operações são gerenciadas por meio do Sistema de Gerenciamento de Armazém (WMS) da Maersk, que oferece visibilidade de estoque em tempo real, controle de processos e recursos de tomada de decisão baseados em dados. A plataforma permite que os clientes otimizem o gerenciamento de estoque, melhorem a precisão e aumentem a eficiência operacional.

O investimento fortalece ainda mais a presença da Maersk em logística contratada na América Latina, onde a empresa opera uma rede crescente de centros de distribuição projetados para atender às necessidades de ponta a ponta da cadeia de suprimentos de seus clientes.

Maersk — A AP Moller – Maersk é uma empresa de logística integrada que trabalha para conectar e simplificar as cadeias de suprimentos de seus clientes. Como líder global em serviços logísticos, a empresa opera em mais de 130 países e emprega cerca de 100 mil pessoas. A Maersk tem como meta atingir emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2040 em todas as suas operações, por meio de novas tecnologias, novas embarcações e combustíveis com emissões reduzidas de gases de efeito estufa, — A Maersk define “combustíveis com emissões reduzidas de GEE” como combustíveis com reduções de pelo menos 65% nas emissões de GEE em todo o ciclo de vida, em comparação com combustíveis fósseis de 94 g CO2e/MJ—.

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