
Luiz Alexandre Garcia, presidente do Conselho de Administração do Grupo AlgarDIVULGAÇÃO/JC

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Luiz Alexandre Garcia
Em um cenário de negócios em constante transformação, a forma como medimos o sucesso corporativo evoluiu, consolidando a agenda ESG como um imperativo estratégico para empresas que visam crescimento e perenidade. No entanto, esse movimento enfrenta, hoje, um teste de resistência.
Em meio a debates que questionam o retorno de tais investimentos, emerge uma clareza fundamental: recuar dessa agenda é ignorar a transformação mais profunda e irreversível de todas — a do próprio papel das corporações na sociedade.
