
De acordo com a procuradora Flávia Rigo Nóbrega, “o MPF não ingressará com ação de ressarcimento contra a concessionária”Antonio Augusto/MPF/JC

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O Ministério Público Federal (MPF) apresentou laudos periciais apontando que as usinas hidrelétricas da Companhia Energética Rio das Antas (Ceran) não contribuíram para o agravamento das cheias de 2023 e 2024. A análise concluiu que as estruturas funcionam com fluxo natural de água, sem comportas de controle de vazão, motivo pelo qual a procuradoria descartou ações de ressarcimento contra a concessionária e direcionou as cobranças para a atualização das “zonas de auto salvamento e a realização de treinos práticos de fuga” com a população.
