Integração de fornecedores passa a envolver não apenas prestação de serviços, mas também segurança, prevenção e continuidade operacional em condomínios logísticos

A operação de condomínios logísticos exige melhorias contínuas. No último ano, mais de 16 mil manutenções foram realizadas pela Fulwood em seus empreendimentos. Do total, 48% foram ações preventivas, 38% inspeções e 14% corretivas. Por trás desses números está uma rede de fornecedores e profissionais terceirizados que participa diretamente da rotina dos ativos, atuando em sistemas, equipamentos, estruturas e serviços essenciais para a operação.

Esse volume também evidencia o porquê da relação com terceiros ir além da contratação de serviços. Procedimentos, capacitação, comunicação de riscos e o acompanhamento das atividades precisam estar alinhados às diretrizes de cada empreendimento para que manutenção, segurança e qualidade operacional caminhem na mesma direção.

“Quando diferentes empresas atuam dentro de um mesmo empreendimento, é fundamental que todas conheçam os procedimentos e entendam o impacto do seu trabalho sobre a operação como um todo. O fornecedor não está isolado e faz parte de uma cadeia que precisa funcionar de maneira coordenada”, afirma Fernando Schilis, diretor comercial da Fulwood.

Entre as atividades realizadas estão serviços relacionados aos sistemas elétricos, hidráulicos e mecânicos, climatização, equipamentos eletrônicos e estruturas civis. A combinação de manutenção preventiva e inspeções permite acompanhar as condições desses componentes e identificar potenciais falhas antes que se transformem em ocorrências.

Na frente de segurança, os resultados também ajudam a dimensionar o impacto desse trabalho. Em 2025, os profissionais terceirizados que atuaram nos empreendimentos registraram zero acidentes com afastamento e zero dias perdidos. A abordagem preventiva inclui identificação e controle de riscos, orientação sobre procedimentos e uso adequado de equipamentos de proteção individual.

Para sustentar essa atuação, entram em cena ferramentas como o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). O primeiro identifica, avalia e controla riscos presentes nos ambientes de trabalho; o segundo acompanha a saúde dos profissionais por meio de ações preventivas e monitoramento médico.

A capacitação e o alinhamento dos terceiros ajudam a criar uma referência comum entre equipes que nem sempre pertencem à mesma empresa. Em um empreendimento com diferentes operações acontecendo simultaneamente, esse alinhamento contribui para que situações de risco sejam identificadas e tratadas com maior rapidez.

“Segurança e qualidade operacional dependem de uma série de decisões que acontecem todos os dias. Por isso, orientar os profissionais, acompanhar os procedimentos e trabalhar preventivamente são partes importantes da gestão dos empreendimentos. Essa responsabilidade é compartilhada por todos que participam da nossa operação”, destaca Schilis.

O impacto também chega à continuidade dos negócios instalados nos ativos. Uma falha em sistemas elétricos, hidráulicos, mecânicos ou estruturais pode ultrapassar o escopo de uma atividade de manutenção e afetar a rotina de empresas e usuários. Antecipar problemas, nesse contexto, passa a ser tão importante quanto solucioná-los.

É nessa dinâmica que fornecedores e terceiros deixam de ocupar uma posição externa à operação e passam a integrar a gestão cotidiana dos ativos. Quanto maior a complexidade da infraestrutura e o número de profissionais envolvidos, maior a necessidade de compartilhar procedimentos, padrões de segurança e responsabilidades ao longo de toda a cadeia.

“Quando falamos em cadeia de valor, estamos falando também de como cada parceiro contribui para o resultado da operação. Terceiros precisam estar integrados à rotina, conhecer as diretrizes e entender que a qualidade do serviço prestado tem impacto sobre todo o empreendimento”, conclui Fernando Schilis.

Sobre a Fulwood

A Fulwood é uma das principais empresas do setor de condomínios logístico-industriais do Brasil. Desde 1994, atua na incorporação de galpões e já desenvolveu mais de 1.600.000 m². Além de incorporar os empreendimentos, faz a locação e administração dos projetos logísticos-industriais. Com ocupantes de alto nível de governança dos diversos setores da economia, a Fulwood faz a locação e administração de 21 projetos logísticos-industriais, distribuídos em oito cidades diferentes, dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina, totalizando mais de 1 milhão de m² de área bruta locável (ABL) e mais de 80 ocupantes, contabilizando mais de 10.000 vidas. A companhia concentra sua atuação em galpões “triple-A”, a mais alta categoria do segmento em relação aos padrões construtivos, com alta taxa de eficiência. Como referência, a Fulwood detém o FW5 – Extrema Business Park – Bloco 2, o primeiro condomínio logístico do Brasil com o nível platinum da certificação LEED O+M, concedida pela U.S. Green Building Council.

Para mais informações, acesse: 

www.fulwood.com.br/ 

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Caroline Baptista
caroline@temp7.com.br
(11) 97583-5369

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