Levantamento da ValeCard mostra ainda que, apesar da alta na média nacional, o etanol caiu em 16 estados; gasolina apresentou leve recuo, com altas em 13 estados e quedas em 14
Os preços médios do diesel S-10 e do etanol voltaram a subir em setembro, interrompendo uma sequência de quatro meses consecutivos de queda, segundo levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de mobilidade, meios de pagamento e benefícios corporativos. O diesel apresentou o movimento mais expressivo: avançou 2,43%, de R$ 7,159 para R$ 7,333 por litro, com alta em 26 dos 27 estados, e retornou ao mesmo patamar médio registrado em abril. O etanol subiu 1,47%, enquanto a gasolina recuou 0,09% e completou o quinto mês consecutivo de queda. Os dados são baseados em transações realizadas entre 1º e 26 de setembro, em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país.
Em valores absolutos, a gasolina teve redução de R$ 0,006 por litro na média nacional, passando de R$ 6,774 em agosto para R$ 6,768 em setembro. O etanol avançou R$ 0,063 por litro, de R$ 4,275 para R$ 4,338, enquanto o diesel S-10 registrou o maior aumento do período, de R$ 0,174 por litro, ao passar de R$ 7,159 para R$ 7,333.
| Combustível | ago/26 | set/26 | Variação mensal (R$) | Variação Mensal |
| Gasolina | 6,774 | 6,768 | -0,006 | -0,09% |
| Etanol | 4,275 | 4,338 | 0,063 | 1,47% |
| Diesel S-10 | 7,159 | 7,333 | 0,174 | 2,43% |
Neste mês os três combustíveis apresentaram comportamentos distintos. A gasolina permaneceu praticamente estável, enquanto o etanol voltou a subir na média nacional, apesar das quedas registradas na maior parte dos estados. O diesel, porém, foi o principal destaque do mês, em meio à pressão dos preços internacionais e a mudanças nas condições de oferta. O cenário levou à adoção e à manutenção de medidas para reduzir a transmissão dessas pressões ao mercado brasileiro. O governo reduziu PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, zerou as contribuições incidentes sobre o etanol hidratado e manteve a subvenção ao diesel. No mercado externo, as restrições ao fluxo de petróleo e derivados pelo Estreito de Ormuz e os problemas enfrentados pelas refinarias russas mantiveram a oferta internacional sob pressão, ampliando a atenção sobre as importações necessárias para complementar o abastecimento brasileiro.
“Setembro mostrou uma mudança importante na trajetória do diesel. A combinação de petróleo mais caro, dependência de importações e menor disponibilidade no mercado internacional aumentou a pressão sobre o abastecimento brasileiro. Mesmo com as medidas adotadas para conter parte desses efeitos, os preços avançaram em praticamente todo o país. Nos últimos dias do mês, começamos a observar novos movimentos de alta em alguns mercados, ainda sem disseminação por todas as unidades da Federação. Isso mantém nossa atenção voltada para outubro, porque câmbio, disponibilidade do produto nos mercados interno e externo e custos de importação e distribuição podem continuar pressionando os preços”, afirma Marcelo Braga, diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard.
Para acompanhar a variação dos preços dos combustíveis com atualizações diárias, acesse o link: https://www.valecard.com.br/acompanhamento-abastecimento/
Diesel S-10: alta atinge 26 estados e interrompe quatro meses consecutivos de queda
O diesel S-10 subiu 2,43% em setembro, passando de R$ 7,159 para R$ 7,333 por litro. A alta interrompe uma sequência de quatro meses consecutivos de queda e leva o preço médio nacional novamente ao mesmo patamar registrado em abril.
A elevação foi praticamente generalizada: 26 das 27 unidades da Federação registraram aumento, e apenas o Espírito Santo apresentou queda, de 0,79%, de R$ 7,320 para R$ 7,262. A maior alta ocorreu no Rio Grande do Sul (+5,56%), seguido por Santa Catarina (+4,51%), Amapá (+4,18%), Goiás (+3,82%) e Paraná (+3,70%). Também se destacaram Tocantins (+3,49%), Mato Grosso (+3,44%) e Bahia (+3,37%).
O Sul concentrou três das maiores altas do mês. No Rio Grande do Sul, o preço avançou de R$ 6,368 para R$ 6,722, aumento de R$ 0,354 por litro; em Santa Catarina, passou de R$ 6,743 para R$ 7,047, alta de R$ 0,304; e, no Paraná, de R$ 6,913 para R$ 7,169, avanço de R$ 0,256. Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão entre as oito UFs que vinham de quatro meses consecutivos de queda e inverteram a trajetória em setembro. Além deles, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo também fizeram esse movimento.
No Norte, a trajetória é diferente e mais prolongada. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima registraram alta no diesel em todos os meses de maio a setembro, sem interrupção. Desde abril, o Amapá acumula aumento de R$ 1,616 por litro (+24,05%), de R$ 6,718 para R$ 8,334. No Acre, o avanço chega a R$ 1,490 (+21,83%), enquanto Roraima acumula alta de 15,62% no período.
Com essa trajetória, o Amapá passou a registrar o maior preço médio do diesel S-10 do país, de R$ 8,334 por litro. O Rio Grande do Sul, mesmo após liderar as altas de setembro, permaneceu com o menor valor médio, de R$ 6,722. A diferença entre os extremos foi de R$ 1,612 por litro.
| DIESEL S-10 | ||||
| Estado | ago/26 | set/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
| AC | 8,233 | 8,317 | 0,084 | 1,02% |
| AL | 7,464 | 7,515 | 0,051 | 0,68% |
| AM | 7,443 | 7,584 | 0,141 | 1,89% |
| AP | 8,000 | 8,334 | 0,334 | 4,18% |
| BA | 7,600 | 7,856 | 0,256 | 3,37% |
| CE | 7,427 | 7,576 | 0,149 | 2,01% |
| DF | 7,039 | 7,226 | 0,187 | 2,66% |
| ES | 7,320 | 7,262 | -0,058 | -0,79% |
| GO | 6,889 | 7,152 | 0,263 | 3,82% |
| MA | 7,423 | 7,549 | 0,126 | 1,70% |
| MG | 7,161 | 7,267 | 0,106 | 1,48% |
| MS | 7,146 | 7,364 | 0,218 | 3,05% |
| MT | 7,360 | 7,613 | 0,253 | 3,44% |
| PA | 7,707 | 7,774 | 0,067 | 0,87% |
| PB | 7,172 | 7,303 | 0,131 | 1,83% |
| PE | 7,150 | 7,354 | 0,204 | 2,85% |
| PI | 7,730 | 7,885 | 0,155 | 2,01% |
| PR | 6,913 | 7,169 | 0,256 | 3,70% |
| RJ | 7,179 | 7,191 | 0,012 | 0,17% |
| RN | 7,240 | 7,346 | 0,106 | 1,46% |
| RO | 7,509 | 7,583 | 0,074 | 0,99% |
| RR | 8,163 | 8,188 | 0,025 | 0,31% |
| RS | 6,368 | 6,722 | 0,354 | 5,56% |
| SC | 6,743 | 7,047 | 0,304 | 4,51% |
| SE | 7,361 | 7,494 | 0,133 | 1,81% |
| SP | 7,037 | 7,226 | 0,189 | 2,69% |
| TO | 7,281 | 7,535 | 0,254 | 3,49% |
Etanol: média sobe após quatro meses de queda, mas preço recua em 16 estados
O preço médio nacional do etanol subiu 1,47% em setembro, passando de R$ 4,275 para R$ 4,338 por litro, interrompendo uma sequência de quatro meses consecutivos de queda. Apesar da alta na média do país, o comportamento entre os estados foi diferente: 16 registraram redução, dez tiveram aumento e o Piauí permaneceu estável. Mesmo com a reversão de setembro, o preço médio nacional ainda está R$ 0,540 por litro (-11,07%) abaixo do registrado em abril, quando era de R$ 4,878.
Entre as altas, o Mato Grosso apresentou o maior avanço do país, de 5,42%, passando de R$ 3,911 para R$ 4,123, aumento de R$ 0,212 por litro. Na sequência aparecem Distrito Federal (+4,51%), Amazonas (+4,46%), Goiás (+3,09%) e São Paulo (+2,56%). O movimento do Mato Grosso chama atenção porque ocorre após quatro meses consecutivos de redução; mesmo com a alta de setembro, o etanol no estado permanece 12,78% mais barato do que em abril.
Na direção contrária, o Maranhão registrou a maior queda nacional, de 6,01%, com o preço passando de R$ 5,278 para R$ 4,961, redução de R$ 0,317 por litro. Também tiveram recuos expressivos Sergipe (-4,73%), Pará (-4,54%), Alagoas (-3,98%) e Roraima (-3,78%).
A trajetória de queda, portanto, ainda permanece consistente em parte relevante do país. Oito estados registraram redução do etanol em todos os meses de maio a setembro: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Pará, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No Acre, por exemplo, o preço caiu de R$ 5,779 em abril para R$ 5,046 em setembro, redução acumulada de R$ 0,733 por litro (-12,68%).
São Paulo, mesmo após a alta de setembro, manteve o menor preço médio do etanol no país, de R$ 3,964 por litro. Sergipe, apesar da queda de 4,73% no mês, continuou com o maior valor, de R$ 5,275. A diferença entre os dois extremos chegou a R$ 1,311 por litro.
Na comparação com a gasolina, o etanol permaneceu dentro da faixa de até 70% em 17 estados, considerando o critério utilizado no levantamento. As melhores relações de preço foram registradas em Roraima (52%), Amapá (56%), Mato Grosso (59%) e São Paulo (60%).
| ETANOL | ||||
| Estado | ago/26 | set/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
| AC | 5,125 | 5,046 | -0,079 | -1,54% |
| AL | 5,253 | 5,044 | -0,209 | -3,98% |
| AM | 4,930 | 5,150 | 0,220 | 4,46% |
| AP | 4,502 | 4,350 | -0,152 | -3,38% |
| BA | 4,694 | 4,652 | -0,042 | -0,89% |
| CE | 5,089 | 5,011 | -0,078 | -1,53% |
| DF | 4,342 | 4,538 | 0,196 | 4,51% |
| ES | 4,970 | 4,949 | -0,021 | -0,42% |
| GO | 4,201 | 4,331 | 0,130 | 3,09% |
| MA | 5,278 | 4,961 | -0,317 | -6,01% |
| MG | 4,357 | 4,406 | 0,049 | 1,12% |
| MS | 4,158 | 4,234 | 0,076 | 1,83% |
| MT | 3,911 | 4,123 | 0,212 | 5,42% |
| PA | 5,131 | 4,898 | -0,233 | -4,54% |
| PB | 4,778 | 4,752 | -0,026 | -0,54% |
| PE | 5,164 | 5,041 | -0,123 | -2,38% |
| PI | 5,251 | 5,251 | 0,000 | 0,00% |
| PR | 4,210 | 4,240 | 0,030 | 0,71% |
| RJ | 4,820 | 4,808 | -0,012 | -0,25% |
| RN | 5,051 | 5,084 | 0,033 | 0,65% |
| RO | 5,173 | 5,123 | -0,050 | -0,97% |
| RR | 4,445 | 4,277 | -0,168 | -3,78% |
| RS | 4,46 | 4,498 | 0,038 | 0,85% |
| SC | 4,556 | 4,531 | -0,025 | -0,55% |
| SE | 5,537 | 5,275 | -0,262 | -4,73% |
| SP | 3,865 | 3,964 | 0,099 | 2,56% |
| TO | 5,179 | 5,094 | -0,085 | -1,64% |
Gasolina: média recua pelo quinto mês seguido, mas 13 estados registram alta
A gasolina comum apresentou leve redução de 0,09% em setembro. Foi o quinto mês consecutivo de queda na média nacional, mas o movimento perdeu abrangência entre os estados: 14 registraram redução, ante 19 em agosto, enquanto o número de estados com alta passou de 8 para 13.
A maior queda percentual do mês ocorreu novamente na Bahia, onde o preço médio recuou 1,82%, de R$ 7,039 para R$ 6,911, redução de R$ 0,128 por litro. Na sequência aparecem Paraíba (-1,35%), Maranhão (-1,04%), Pernambuco (-0,82%) e Santa Catarina (-0,72%). Na direção contrária, o Distrito Federal liderou as altas, com avanço de 1,60%, de R$ 6,701 para R$ 6,808, seguido pelo Rio Grande do Norte (+1,33%), Ceará (+0,96%), Rondônia (+0,61%) e Mato Grosso (+0,54%).
A Bahia também se destaca quando analisada a trajetória dos últimos meses. O estado registrou redução no preço médio da gasolina em todos os meses desde abril, acumulando queda de R$ 0,574 por litro (-7,67%), de R$ 7,485 para R$ 6,911. Além da Bahia, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina também completaram cinco meses consecutivos de queda, acompanhando de forma contínua a trajetória de recuo observada na média nacional.
Regionalmente, o Sul foi a única região em que todos os estados apresentaram queda em setembro: Santa Catarina recuou 0,72%, Paraná 0,54% e Rio Grande do Sul 0,08%. Já no Centro-Oeste, três dos quatro mercados registraram aumento, com destaque para o Distrito Federal, que apresentou a maior alta do país.
O Rio Grande do Sul manteve o menor preço médio da gasolina no país, de R$ 6,332 por litro, enquanto Roraima permaneceu com o maior valor, de R$ 8,186. A diferença entre os dois extremos chegou a R$ 1,854 por litro, mostrando que, mesmo diante da estabilidade da média nacional, continuam existindo diferenças expressivas entre os mercados estaduais.
| GASOLINA | ||||
| Estado | ago/26 | set/26 | Variação (R$) | Variação (%) |
| AC | 7,688 | 7,696 | 0,008 | 0,10% |
| AL | 7,157 | 7,117 | -0,040 | -0,56% |
| AM | 7,395 | 7,363 | -0,032 | -0,43% |
| AP | 7,66 | 7,700 | 0,040 | 0,52% |
| BA | 7,039 | 6,911 | -0,128 | -1,82% |
| CE | 7,190 | 7,259 | 0,069 | 0,96% |
| DF | 6,701 | 6,808 | 0,107 | 1,60% |
| ES | 6,807 | 6,772 | -0,035 | -0,51% |
| GO | 6,799 | 6,809 | 0,010 | 0,15% |
| MA | 7,094 | 7,020 | -0,074 | -1,04% |
| MG | 6,599 | 6,623 | 0,024 | 0,36% |
| MS | 6,782 | 6,759 | -0,023 | -0,34% |
| MT | 6,993 | 7,031 | 0,038 | 0,54% |
| PA | 7,297 | 7,308 | 0,011 | 0,15% |
| PB | 6,818 | 6,726 | -0,092 | -1,35% |
| PE | 7,095 | 7,037 | -0,058 | -0,82% |
| PI | 7,300 | 7,301 | 0,001 | 0,01% |
| PR | 6,675 | 6,639 | -0,036 | -0,54% |
| RJ | 6,695 | 6,692 | -0,003 | -0,04% |
| RN | 6,847 | 6,938 | 0,091 | 1,33% |
| RO | 7,405 | 7,450 | 0,045 | 0,61% |
| RR | 8,168 | 8,186 | 0,018 | 0,22% |
| RS | 6,337 | 6,332 | -0,005 | -0,08% |
| SC | 6,495 | 6,448 | -0,047 | -0,72% |
| SE | 7,41 | 7,370 | -0,040 | -0,54% |
| SP | 6,558 | 6,579 | 0,021 | 0,32% |
| TO | 7,308 | 7,258 | -0,050 | -0,68% |
Onde compensa abastecer com etanol?
Como referência utilizada pelo mercado, considera-se que, para a maioria dos veículos flex, o etanol tende a apresentar maior competitividade econômica quando seu preço corresponde a até 70% do valor da gasolina. Esse percentual funciona como um indicador inicial para a decisão de abastecimento, embora consumo e rendimento possam variar conforme o modelo e as condições de uso do veículo.
Em setembro, a relação entre os preços médios nacionais do etanol e da gasolina ficou em aproximadamente 64%, ante 63% em agosto. O movimento representa uma leve perda de competitividade do biocombustível na média do país, acompanhando a alta de 1,47% do etanol no mês, enquanto a gasolina permaneceu praticamente estável, com queda de 0,09%.
Mesmo assim, a abrangência regional permaneceu elevada. Considerando o mesmo critério adotado nos levantamentos anteriores, 17 unidades da Federação ficaram na faixa de até 70% em setembro, o mesmo número registrado em agosto. A composição, no entanto, mudou: Ceará e Tocantins passaram a integrar o grupo, enquanto Paraíba e Rio Grande do Sul deixaram essa faixa.
Roraima apresentou a relação mais favorável do país, com o etanol correspondendo a 52% do preço da gasolina, seguido por Amapá (56%), Mato Grosso (59%), São Paulo (60%) e Mato Grosso do Sul (63%).
As 17 UFs foram: Roraima (52%), Amapá (56%), Mato Grosso (59%), São Paulo (60%), Mato Grosso do Sul (63%), Goiás (64%), Paraná (64%), Acre (66%), Bahia (67%), Distrito Federal (67%), Minas Gerais (67%), Pará (67%), Ceará (69%), Rondônia (69%), Amazonas (70%), Santa Catarina (70%) e Tocantins (70%).
| Estado | Média Gasolina Comum | Média Etanol Comum | Percentual (Etanol/Gasolina) |
| AC | 7,696 | 5,046 | 66% |
| AL | 7,117 | 5,044 | 71% |
| AM | 7,363 | 5,150 | 70% |
| AP | 7,700 | 4,350 | 56% |
| BA | 6,911 | 4,652 | 67% |
| CE | 7,259 | 5,011 | 69% |
| DF | 6,808 | 4,538 | 67% |
| ES | 6,772 | 4,949 | 73% |
| GO | 6,809 | 4,331 | 64% |
| MA | 7,020 | 4,961 | 71% |
| MG | 6,623 | 4,406 | 67% |
| MS | 6,759 | 4,234 | 63% |
| MT | 7,031 | 4,123 | 59% |
| PA | 7,308 | 4,898 | 67% |
| PB | 6,726 | 4,752 | 71% |
| PE | 7,037 | 5,041 | 72% |
| PI | 7,301 | 5,251 | 72% |
| PR | 6,639 | 4,240 | 64% |
| RJ | 6,692 | 4,808 | 72% |
| RN | 6,938 | 5,084 | 73% |
| RO | 7,450 | 5,123 | 69% |
| RR | 8,186 | 4,277 | 52% |
| RS | 6,332 | 4,498 | 71% |
| SC | 6,448 | 4,531 | 70% |
| SE | 7,370 | 5,275 | 72% |
| SP | 6,579 | 3,964 | 60% |
| TO | 7,258 | 5,094 | 70% |
| Total Geral | 6,768 | 4,338 | 64% |
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Liliane Luchin
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