Mesmo em um cenário de juros elevados, galpões logísticos mantêm alta demanda e passam a incorporar lazer, serviços e bem-estar para atrair grandes empresas e ampliar a rentabilidade dos ativos. Projetos como o Ciway 470, em Navegantes (SC), maior complexo logístico do Sul do país, exemplificam essa nova geração de empreendimentos ao combinar padrão Triple A, localização estratégica entre dois portos e áreas de apoio corporativo inspiradas em condomínios de alto padrão.
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Créditos: Divulgação/Grupo Saes
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Outubro, 2026 – Os galpões logísticos se destacam como um dos segmentos mais ativos do mercado imobiliário brasileiro. Com contratos mais longos e fluxo de receita previsível, os complexos atraem investidores. Nos últimos dados divulgados por empresas do setor, a taxa de vacância nacional caiu para 5,5%, o menor patamar já registrado, já em Santa Catarina os números impressionam ainda mais com taxas em torno de 3%, conforme especialistas.
Diante da alta demanda, novos projetos logísticos passaram a adotar estruturas que incorporam áreas de apoio corporativo e convivência, com atrativos semelhantes aos encontrados em áreas de lazer de condomínios residenciais de alto padrão. A estratégia mira o bem-estar dos colaboradores, a atração de grandes empresas e a sustentação de aluguéis mais elevados, com impacto direto na rentabilidade do investidor.
Um dos exemplos é o Ciway 470, maior complexo logístico do Sul do Brasil, localizado em Navegantes (SC) e desenvolvido pelo Grupo Saes. O projeto soma 196 mil m² de área construída em um terreno de 256 mil m², com 94 módulos flexíveis, que variam de 1,8 mil a 6mil. Além da infraestrutura operacional, o empreendimento destina cerca de 900 m² a áreas voltadas ao bem-estar dos colaboradores, com espaços de convivência, quadra poliesportiva, restaurantes, salas de reunião, auditório, coworking, lounge gourmet, áreas de estar e ambulatório para atendimentos emergenciais.
Para Lucas Saes, diretor administrativo do Grupo Saes, o modelo responde a uma mudança clara no perfil das empresas e dos investidores. “A logística deixou de ser apenas uma questão de armazenagem. Hoje, grandes operações buscam eficiência, localização e também qualidade de ambiente para suas equipes. Empreendimentos mais completos tendem a registrar menor vacância, contratos mais longos e aluguéis acima da média”, afirma.
“Enquanto a taxa de vacância logística no Brasil está em 6,5%, em Santa Catarina gira em torno de 3%, Navegantes opera praticamente em pleno emprego logístico, também com apenas 3% de vacância. Isso mostra a força da localização e da vocação logística da cidade, que combina porto, rodovias e demanda consistente”, explica Saes.
Na comparação com outros tipos de investimento imobiliário, o executivo destaca o caráter estratégico dos galpões. “O investidor normalmente já tem exposição à renda fixa, à bolsa e, muitas vezes, a imóveis residenciais. Ao entrar em um projeto logístico escalado, ele adiciona um ativo que conversa diretamente com a economia real, comércio exterior, consumo e cadeia produtiva, e com um grau de previsibilidade maior do que o de um único imóvel de locação”, conclui.
Sobre o Grupo Saes
Com mais de 50 anos de atuação e mais de 1 milhão de m² construídos, o Grupo Saes é uma empresa catarinense de referência na construção civil, reconhecida pela solidez, inovação e qualidade técnica. O portfólio reúne empreendimentos residenciais em Itajaí, Camboriú, Itapema e Gaspar, por meio da Saes Empreendimentos, e o complexo logístico Ciway 470, pela empresa Ciway, em Navegantes. Em 2025, o grupo avança na expansão regional com projetos no Rio Grande do Sul (Gramado), alinhando arquitetura autoral, sustentabilidade e valorização urbana.
Site: https://www.saesempreendimentos.com.br/
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Matheus Petter
Supervisor – Rotas Comunicação
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