TruckPag elenca manutenção preventiva e planejamento de rotas como alguns dos pontos que ajudam empresas com os desafios

Foto: Marcus Manzano, Diretor Comercial da TruckPag. (Crédito de imagem: Mariana Gurgacz)
O transporte rodoviário de combustíveis exige uma combinação de controles operacionais, preparo da equipe e acompanhamento constante das condições da viagem. Por se tratar de uma carga classificada como perigosa, a atividade está sujeita a requisitos específicos de segurança, documentação, equipamentos e inspeção estabelecidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Nesse cenário, reduzir a exposição a acidentes depende de uma estratégia preventiva que envolve diferentes etapas da operação.
“Quando falamos em transporte de combustíveis, não existe um único ponto capaz de determinar a segurança da operação. O risco é resultado de uma série de variáveis que precisam ser acompanhadas em conjunto, desde as condições do veículo até a escolha da rota e o comportamento ao volante. Quanto mais estruturada for essa gestão, maior a capacidade da transportadora de identificar situações fora do padrão e agir antes que elas se transformem em ocorrências”, afirma Marcus Manzano, Diretor Comercial da TruckPag, empresa de tecnologia de meios de pagamentos para frotas pesadas.
Diante desse cenário, Manzano traz seis pilares que ajudam transportadoras a transformar a prevenção em parte da rotina operacional. Confira:
1. Checklist antes da saída
A inspeção pré-viagem é uma das primeiras barreiras contra falhas durante o percurso. Pneus, freios, iluminação, sistemas mecânicos, vazamentos e equipamentos obrigatórios devem fazer parte da conferência antes de o veículo deixar a base.
No transporte de produtos perigosos, a checagem também deve incluir equipamentos de emergência e requisitos específicos da carga. A ANTT estabelece exigências próprias para veículos e equipamentos, incluindo certificações e inspeções em operações a granel.
2. Manutenção preventiva
Esperar uma falha acontecer para levar o veículo à oficina aumenta a exposição da operação a imprevistos. A manutenção preventiva permite antecipar desgastes e programar intervenções de acordo com quilometragem, histórico de ocorrências, recomendações dos fabricantes e condições de uso.
Para frotas que percorrem longas distâncias, acompanhar esses indicadores também ajuda a identificar veículos que apresentam problemas. Assim, a gestão deixa de atuar apenas sobre a emergência e combate as causas.
3. Planejamento de rotas
A rota escolhida influencia diretamente o nível de exposição da carga e do veículo. Além de distância e tempo de viagem, o planejamento deve considerar características das rodovias, condições da estrada, trechos de maior complexidade, áreas urbanas, pontos de parada e locais adequados.
“O planejamento de uma viagem com combustível vai além do cálculo de quilômetros. A rota deve ser tratada como parte da gestão de risco, já que um percurso aparentemente mais curto pode aumentar a exposição da operação. A decisão precisa considerar os fatores que afetam a segurança e a previsibilidade da viagem”, explica Manzano.
4. Capacitação e comportamento do motorista
O motorista é um dos principais agentes de prevenção durante o trajeto. Conhecer os procedimentos relacionados à carga, respeitar limites de velocidade, realizar as paradas previstas e saber como agir diante de uma intercorrência são medidas que reduzem a exposição a situações de risco.
Treinamentos periódicos ajudam a manter protocolos de segurança presentes na rotina e permitem atualizar a equipe diante de mudanças regulatórias, procedimentos internos e novos cenários de operação.
5. Monitoramento do abastecimento e dos custos
O abastecimento é outro ponto que merece atenção na gestão de uma frota de combustíveis. Além do impacto econômico, esse controle contribui para uma visão mais precisa da viagem. Desvios de consumo ou abastecimentos incompatíveis com a rota planejada, por exemplo, podem sinalizar situações que merecem investigação.
6. Uso de tecnologia e dados para antecipar riscos
Dados de manutenção, abastecimento, quilometragem, rotas e ocorrências podem ser cruzados para apoiar decisões antes que problemas se agravem.
Mais do que gerar registros, o valor está na capacidade de transformar essas informações em ação. Indicadores históricos ajudam a reconhecer recorrências, estabelecer prioridades e direcionar recursos para os pontos que apresentam maior exposição.
“A tecnologia não substitui os procedimentos de segurança, mas amplia a capacidade de gestão. Quando a transportadora consegue transformar dados operacionais em indicadores, enxerga onde existem padrões que merecem atenção. Essa visão é especialmente importante em uma atividade na qual uma falha pode gerar consequências muito maiores do que o custo imediato de uma parada”, finaliza o Diretor da TruckPag.
Sobre a TruckPag:
A TruckPag é uma empresa de tecnologia criada para resolver os principais desafios financeiros e operacionais do setor de transporte de frotas pesadas. A companhia oferece um ecossistema integrado para transportadoras, que reúne gestão de abastecimento, gestão de manutenções, pagamento automático de pedágios e outras soluções que auxiliam o controle financeiro da operação, tudo conectado a uma plataforma própria. Com foco em dar mais controle, previsibilidade e visibilidade ao gestor de frota, a TruckPag transforma dados do dia a dia da operação em informações claras para tomada de decisão. Fundada em 2019, a empresa é liderada por Kassio Seefeld, Seefeld, que também escreve e compartilha conteúdos em seu blog. Saiba mais da TruckPag no site!
Joana Sayuri joana.sayuri@pine.br.com
